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Cuidado com as armadilhas no e-mail

No ano passado, o tráfego de e-mail com spams chegou a 74%, sendo que 4% destas mensagens continham conteúdo malicioso, de acordo com um estudo da Kaspersky Lab, empresa de software antivírus.  A chance de que um usuário desavisado abra uma mensagem com conteúdo malicioso é grande, já que elas partem de endereços conhecidos que foram infectados.

Entre os tipos mais comuns estão mensagens de mudança de senha, onde a vítima recebe uma notificação de que sua conta foi invadida e que é necessário modificar as credenciais de acesso. Neste tipo de mensagem, o usuário tem que abrir um arquivo anexado onde são solicitados seus dados pessoais. Com isso, o criminoso consegue acessar qualquer dado armazenado na máquina da vítima.

Reservas falsas em hotéis e companhias aéreas também ocupam o topo da lista.  Nestas mensagens, o usuário deve acessar um link que leva a uma página de registro, onde há um código malicioso oculto, que permite o ataque ao computador.  Técnica bem similar ao da tragédia midiática, onde o criminoso apela para a curiosidade para enviar o link com o código

Outro tipo de armadilha que apela para a curiosidade são os anexos de vídeos e fotos falsas da própria pessoa. Geralmente esse tipo de golpe vem de conhecidos que foram infectados. Ele vem acompanhado de um texto dizendo que há um vídeo ou foto em que você aparece. O anexo é um arquivo malicioso que pede para que a vítima faça o download de um malware que rouba as informações armazenadas no dispositivo.

É preciso ter muito cuidado também com endereços de sites legítimos com links maliciosos.  Estes links redirecionam para outra página com códigos ocultos que tentam acessar qualquer informação do computador.

Para evitar problemas com arquivos mal intencionados, os especialistas recomendam ter um bom antivírus instalado e atualizado, manter o sistema operacional e os softwares atualizados, e prestar bastante atenção antes de abrir qualquer tipo de mensagem suspeita, desconfiando, inclusive, de mensagens vindas de fontes conhecidas.

Fonte: Kaspersky Lab

 

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