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Como o email cria benefícios pessoais para seus melhores clientes

Com o Facebook enfrentando críticas sobre o uso de dados de clientes, as empresas devem começar a considerar se estão se esforçando demais para o marketing. Em outras palavras: eles realmente querem suas fortunas ligadas à maneira como a gigante de tecnologia trata os usuários?

Os profissionais de marketing já sabem que depender do Facebook os deixa vulneráveis ​​às mudanças e desafios do site. O que eles podem não saber é que o email oferece quatro vezes mais ROI (122%) do que o marketing de mídia social.

E uma diferença fundamental com o email é que os assinantes que compartilham dados com você criam benefícios pessoais claros para eles como clientes – em vez de criar benefícios para o Facebook.

Engajamento por vantagem

O escândalo da Cambridge Analytica colocou o compartilhamento de dados nas manchetes pelos piores motivos. Entretanto, quando feito corretamente, o compartilhamento de dados não reduz a experiência do cliente, a aprimora. De acordo com as estatísticas do Relatório de Tendências da Internet de Mary Meeker, 2018, 79% dos consumidores estão dispostos a compartilhar dados pessoais para “benefício pessoal claro”.

O email cria uma maneira de entregar todos os dias benefícios pessoais claros aos clientes. E, ao contrário do Facebook, isso acontece de forma transparente.

Os clientes compartilham seus endereços de email (assinando) porque querem que a marca melhore seu dia. Em caso afirmativo, eles abrirão os e-mails da marca com mais frequência, em mais e mais dispositivos.

Quanto mais usuários se envolverem, melhores serão os benefícios. Os dados entre dispositivos sobre taxas de abertura, cliques e engajamento ajudam as marcas a entender e identificar os “usuários avançados” em suas listas de e-mail.

Com essa informação, os profissionais de marketing podem fornecer aos assinantes do MVP anúncios altamente aplicáveis, conteúdo personalizado, ofertas no momento certo e campanhas de email acionadas. Esses esforços impulsionam o ROI, oferecendo aos usuários o benefício “pessoal” do que eles querem, quando querem.

Evitando a vulnerabilidade

O melhor de tudo é que o ROI é ganho em resposta à atividade dos usuários em suas próprias caixas de entrada. Os benefícios são baseados em seu relacionamento com a própria marca – não com o Facebook.

O Facebook forneceu alvos eficazes e confiáveis ​​para marcas e editores por um longo tempo. Entretanto, embora continue sendo útil nos próximos anos, a relação entre o Facebook e seus clientes de marketing já é preocupante.

O gigante da tecnologia sempre fará o que for melhor para sua própria receita (não necessariamente para os clientes). É por isso que as alterações inesperadas nos algoritmos costumam absorver os orçamentos de marketing das marcas em troca de pouco retorno sobre o investimento.

Além disso, com os consumidores preocupados com o modo como o Facebook usa seus dados, as mudanças no algoritmo não são o único risco. As estratégias de marketing existentes nas marcas podem falhar se mais usuários fugirem da plataforma.

Por email, no entanto, os profissionais de marketing podem entender os usuários em um nível individual sem depender da sorte do Facebook ou de qualquer um dos outros jardins murados. Como o compartilhamento de dados fica mais sensível, isso faz sentido para todas as marcas

 

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